Dicas indispensáveis para limpeza em condomínios

A limpeza do condomínio é uma das pautas mais importantes no dia a dia dos moradores e visitantes. Afinal de contas, todos nós gostamos de limpeza e organização. Um condomínio sem a limpeza correta e profissional pode prejudicar seriamente o bem-estar dos moradores, visitas e funcionários.

 

Veja Também: Limpeza Pós Obra

 

Contudo, ainda existem muitas dúvidas recorrentes sobre como fazer a limpeza devida em condomínio. Para facilitar o entendimento do síndico, moradores e visitantes, elaboramos este artigo com 10 dicas infalíveis para garantir que a limpeza do condomínio fique impecável. Continue lendo, confira:

 

Quais são os tipos de limpeza em condomínio?

Inicialmente é preciso compreender quais os tipos de limpeza existem para os condomínios. Esse entendimento é importante para organizar todos os tipos de limpeza.

Limpeza de conservação – visa manter o cheiro agradável e a boa aparência do local. Inclui: tirar o pó das superfícies, retirar o lixo e cuidados com o jardim. A limpeza de conservação deve ser administrada conforme as demandas do condomínio.

Limpeza geral – como o nome explica, limpeza geral é quando todo um ambiente passa por uma limpeza completa. É feita nas áreas de maior circulação dentro do condomínio. São elas: elevadores, halls de entrada, portaria, corredores e garagens. Deve ser feita diariamente ou no mínimo uma vez por semana, dependendo do fluxo de pessoas no condomínio.

Limpeza de manutenção – é aquele tipo de limpeza em condomínio que faz parte do calendário de manutenções preventivas. Alguns exemplos são: limpeza da caixa d’água, limpeza e filtragem das piscinas, limpeza e pintura da fachada e dedetizações.

 

Faça uma lista de áreas que devem ser limpadas:

Vá até o condomínio e dê uma volta pelas áreas comuns. Ande pela portaria, guarita dos seguranças, salão de festas, corredores, elevadores, terraço e tudo mais.

Ao observar cada lugar, reflita sobre as seguintes questões:

Esse ambiente é muito movimentado?

Esse espaço é utilizado todos os dias ou apenas nos fins de semana?

Quais partes desse local devem ser limpas?

A partir disso, reflita sobre quais locais precisam passar por limpezas gerais, de conservação ou de manutenção. Aproveite também para ponderar quais são os itens que devem ser limpos em cada local. Por exemplo, a área possui janela de vidro? Corrimãos? Tapetes? E lembre-se, materiais diferentes necessitam de tipos de limpeza diferente.

É interessante envolver o zelador e os demais funcionários do condomínio nessa etapa. Por estarem diariamente atuando no local, eles podem fazer boas considerações.

 

Determine as frequências de limpezas

A frequência de cada limpeza deve ser calculada de acordo com o perfil do condomínio. Condomínios comerciais precisam de cuidados mais frequentes devido à grande quantidade de visitantes. Por outro lado, condomínios menores não precisam de tanto.

Apesar de ser algo particular, preparamos uma lista indicando as frequências de limpezas em condomínio.

 

Devem ser limpos diariamente:

  • Hall de entrada;
  • Portaria;
  • Calçadas;
  • Banheiros;
  • Elevadores;
  • Aparelhos da portaria (interfone, mesa, monitores, computadores)
  • Objetos de decoração (vasos, quadros, etc);
  • Sauna;
  • Academia;
  • Vestiários.

 

 

 

Devem ser limpos semanalmente:

  • Quadras esportivas;
  • Churrasqueiras;
  • Salão de jogos;
  • Caixas de hidrantes e extintores;
  • Móveis das áreas comuns;
  • Playground.

 

 

Devem ser limpos quinzenalmente:

 

  • Vidros
  • Espelhos
  • Pisos de madeira;
  • Paredes;
  • Sala de máquinas;

 

 

Devem ser limpos mensalmente:

  • Garagens;
  • Salão de festas;
  • Janelas externas;
  • Grades do condomínio;
  • Escadas de emergência.

 

 

Crie uma rotina de limpeza para o condomínio

Normalmente a rotina de limpeza determina quais áreas devem ser limpas em determinados dias da semana. Para criá-la, deve-se levar em consideração:

► As escalas e horários de trabalho da equipe;

► Os horários de menor movimentação no condomínio;

► Quais locais devem ser limpos diariamente, semanal, quinzenal e mensalmente.

Com isso, a rotina funciona como uma espécie de cronograma de limpeza. Assim, é possível orientar a equipe de funcionários durante a sua agenda de trabalho.

 

Elabore uma checklist de limpeza do condomínio

Para facilitar ainda mais o trabalho da equipe de faxina, o síndico pode criar uma checklist de limpeza do condomínio. Em outras palavras, isso significa transformar o cronograma de limpeza em uma lista de afazeres.

 

Por exemplo, a checklist de limpeza do hall de entrada pode ser da seguinte forma:

 

Passar aspirador de pó;

Passar pano nos espelhos;

Lavar o chão;

Encerar piso;

Tirar o pó dos móveis;

Limpar portas;

Lavar os tapetes;

Limpar as janelas (dentro e fora).

 

O síndico tem que criar listas para cada uma das áreas comuns do condomínio, levando em consideração as devidas especificidades. Essa checklist pode fazer parte de uma planilha de limpeza de condomínio que deve ser gerenciada pelo zelador ou gerente predial.

 

Crie regras de limpeza de condomínio

Para manter um padrão de qualidade, é preciso que o condomínio possua regras de limpeza. Deste modo é possível garantir que a higiene do condomínio sempre esteja de acordo com o esperado.

 

Isso também facilita no treinamento dos novos funcionários, que devem sempre obedecer às regras. Assim sendo, essas normas devem ser repassadas ao zelador e à equipe de limpeza.

 

Contrate uma conservadora experiente

Não adianta ter um bom planejamento e deixar de fora o principal aspecto operacional, contrate uma conservadora com experiência.O condomínio deve investir em mão de obra devidamente qualificada e treinada.

O número de contratados varia de acordo com o tamanho e as características do condomínio. Quanto maior for o empreendimento, maior deve ser a equipe de limpeza. Especialmente se há uma série de áreas comuns como piscina, salões de festa, saunas, playgrounds, etc.

É comum que condomínios contem com o serviço de empresas terceirizadas para captar mão de obra. Essa prática reduz as responsabilidades do síndico com contratações. Além disso, também diminui os custos trabalhistas para o condomínio.

Via: townsq

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